Agendas regulatória e securitária apostam em gestão de risco, infraestrutura e renovação da frota para baixar a sinistralidade nas estradas e reduzir perdas estruturais
A implementação gradual (da reforma tributária) deve ocorrer até 2033, exigindo adaptações relevantes em processos, tecnologia e gestão.
Em contexto de renda instável, Renato Meirelles explica por que o seguro, embora desejado, ainda perde espaço para o crédito fácil e para as urgências do mês a mês na base da pirâmide.
O RNPA centraliza dados e agiliza a verificação dos seguros obrigatórios, trazendo mais rastreabilidade e segurança para as operações de transporte no País.
Especialistas discutirão expansão do setor diante de mudanças no Brasil e no mundo. Alta do IOF e nova legislação fazem parte das discussões da agenda.
No país que ainda descarta 40% dos resíduos em lixões e aterros irregulares, desperdiçando recursos, a reciclagem energética surge como alternativa, mas enfrenta desafios para ganhar escala
Maior integração tende a atrair grupos europeus e fortalecer ramos ligados a transportes, infraestrutura, crédito e seguros patrimoniais no longo prazo.
O conjunto de distorções que pesam sobre a economia brasileira soma R$ 1,7 trilhão anuais. A meta oficial é ambiciosa: reduzir esse valor em quase um terço até 2035.
Impulsionado por eventos climáticos, inovação tecnológica e novas exigências de investidores, o seguro passa a atuar de forma estratégica e preventiva.
Mudanças já começam a impactar o setor, que entra na transição para o modelo de IBS e CBS. Até 2033, as seguradoras terão que adaptar as rotinas fiscais ao novo sistema.
Carros híbridos ou totalmente elétricos precisam de assistência especializada, suas peças são mais caras, mas, em contrapartida, têm manutenção facilitada.
Utilizando propriedades rurais para lavar dinheiro, movimento aumenta os roubos e pressiona produtores, seguradoras e autoridades de segurança pública.
No Brasil, apesar da base legal robusta, a aplicação prática da LRS ainda é incipiente devido a entraves normativos, restrição de investidores e custos operacionais.
A publicação lançada pela CNseg monitora processos relevantes do setor nos tribunais superiores e ganha relevância com o novo marco legal dos seguros, que inaugura uma nova fase no regime jurídico do setor.
Remoções aéreas e emergências médicas mostram que o risco não está só no exterior. Mercado segurador vê espaço para crescer no turismo doméstico.